sexta-feira, 4 de julho de 2008

Uma Temporada no Infinito

Noite passada o vento soprava forte
Tive que amarar minha imaginação
Para ela não sair voando para o incógnito
Cansado de sonhos e levitações
Adormeci!
Na ânsia de não mais acordar
Inerte em um sono profundo e eterno
Regido pela ausência total dos sentidos
Cansado da existência
Ou da mera sobrevivência
Solicitei um tempo ao Senhor do tempo
Uma temporada no infinito
Contato hermético
A magnificência da simplicidade de apenas não ser.

Um comentário:

Lilian Philippi disse...

Se tu não mais acordar, como é que eu fico?